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FAQs

O Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia é uma aliança global de cidades e governos locais voluntariamente comprometidos com a luta à mudança climática, reduzindo seus impactos inevitáveis e facilitando o acesso à energia sustentável e acessível para todos.
Saiba mais em: www.globalcovenantofmayors.org

O Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia é aberto a todos os municípios do mundo, de qualquer tamanho ou região, bastando ter um governo democraticamente eleito. Outros interessados – que não sejam cidades – podem participar como facilitadores do Pacto em suas regiões ou países.

Mais de 170 cidades da América Latina já se somaram ao Pacto. No entanto, a adesão de cidades latino-americanas está sendo reformulada. Em breve, mais informações sobre isso serão divulgadas.

O Pacto não transfere recursos aos signatários, mas os apoia técnica, logística e institucionalmente na formulação e execução dos planos de ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas.

Os signatários do Pacto devem estabelecer metas de redução da emissão de gases do efeito estufa, definir planos de ações para esse objetivo e executá-los.

Os signatários do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia contam com a ajuda da organização para encontrar fontes de financiamento. Na seção “Instrumentos de Financiamento”, você encontra mais informações sobre isso.

As mais importantes vantagens de ser signatário do Pacto são:
As mais importantes são:

•Alto reconhecimento e visibilidade internacional para a ação climática e energética das autoridades locais;
•Oportunidade de contribuir para a conformação da política mundial de clima e energia;
•Compromisso credível por meio da revisão e do monitoramento do progresso;
•Melhores oportunidades financeiras para os projetos locais sobre clima e energia;
•Métodos inovadores de relacionar-se, trocar experiências e construir capacidade por meio de eventos regulares, geminação, webinários ou discussões on-line;
•Apoio prático (Helpdesk), material e ferramentas de orientação;
•Acesso rápido a conhecimento prático de excelência e estudos de casos inspiradores;
•Auto-avaliação facilitada e trocas entre parceiros por meio de monitoramento comum e modelos de relatório;
•Quadro de referência flexível de ação adaptável a necessidades locais;
•Melhor cooperação e apoio das autoridades nacionais e subnacionais.

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